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Cultura

Museu do Amanhã Inaugura Exposição Imersiva sobre Realidade Virtual e Ancestralidade Indígena

Mostra gratuita reúne obras de 12 artistas originários e tecnologia de ponta para discutir identidade e futuro

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O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, inaugura nesta quinta-feira (16) a exposição ‘Reencantando o Futuro’, que mescla arte digital, realidade virtual e saberes ancestrais indígenas. A mostra, gratuita e aberta ao público, reúne 12 artistas originários de diferentes etnias, como Jaider Esbell (Macuxi), Denilson Baniwa e a coletiva MAHKU.

A exposição ocupa o laboratório de experiências do museu com instalações imersivas que utilizam óculos de realidade virtual, projeções mapeadas e inteligência artificial para criar ambientes que dialogam com mitologias e cosmologias indígenas. ‘Queremos mostrar que a tecnologia não é excludente das tradições, mas pode ser uma ferramenta para recontar histórias e fortalecer identidades’, afirma a curadora indígena Sandra Benites, uma das organizadoras.

Destaque para a obra ‘A Queda do Céu’, de Jaider Esbell, que usa realidade virtual para simular uma experiência xamânica de transformação da paisagem amazônica. Outra instalação, ‘Caminhos da Mata’, do coletivo MAHKU, permite ao visitante navegar por um rio digital povoado por seres encantados, inspirados em petroglifos e grafismos huni kuin.

A exposição também conta com uma programação paralela de oficinas, rodas de conversa e apresentações musicais, todas gratuitas. Entre os convidados, a rapper MC Tha, que mistura funk e ritmos indígenas em suas canções, e o artista visual Arissana Pataxó. ‘Reencantando o Futuro’ fica em cartaz até 12 de outubro de 2026, com entrada franca às terças-feiras.

A iniciativa faz parte do programa ‘Museu de Todos’, que busca democratizar o acesso à cultura e ampliar a representatividade de grupos historicamente marginalizados. O evento conta com patrocínio do Banco do Brasil e apoio da Fundação Ford.

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Cultura

Museu do Amanhã Lança Exposição Interativa sobre Saberes Indígenas com Curadoria de Ailton Krenak

Mostra reúne artefatos, projeções imersivas e narrativas orais de 15 povos originários do Brasil, com entrada gratuita aos domingos.

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Museu do Amanhã Lança Exposição Interativa sobre Saberes Indígenas com Curadoria de Ailton Krenak

O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, inaugura no próximo sábado a exposição ‘Territórios Vivos: Saberes Indígenas’, uma imersão nos conhecimentos ancestrais de 15 povos originários do Brasil. A mostra tem curadoria do líder indígena e escritor Ailton Krenak, em parceria com a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha.

A exposição ocupará todo o segundo andar do museu, com instalações que combinam objetos cerimoniais, painéis interativos e projeções de 360 graus. Entre os destaques, há uma réplica de uma maloca do povo Yanomami, onde visitantes poderão ouvir narrativas orais contadas por anciãos. Também serão exibidos instrumentos musicais, cestarias e pinturas corporais de etnias como Guarani, Karipuna e Huni Kuin.

O evento ocorre em um contexto de crescente reconhecimento dos direitos indígenas no Brasil, especialmente após a CPI da Funai de 2025 e a recente demarcação de terras no Xingu. Krenak afirmou em coletiva: “Essa exposição é um ato de resistência e celebração. Queremos que o público sinta a potência dos saberes que moldam a nossa identidade.”

A mostra fica em cartaz até 30 de novembro de 2026, com entrada gratuita aos domingos e acesso inclusivo para pessoas com deficiência. O Museu do Amanhã espera receber mais de 500 mil visitantes, consolidando-se como um dos principais centros de divulgação da cultura indígena no país.

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Cultura

Museu do Amanhã Lança Exposição Sobre Saberes Ancestrais e Futuro Sustentável

Mostra interativa reúne artefatos indígenas, tecnologias verdes e propostas de convivência harmônica entre humanos e natureza.

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Museu do Amanhã Lança Exposição Sobre Saberes Ancestrais e Futuro Sustentável

O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, inaugura no próximo sábado a exposição “Raízes do Futuro: Saberes Ancestrais para um Mundo Sustentável”. A mostra reúne mais de 200 peças, incluindo artefatos indígenas, instalações interativas e protótipos de tecnologias verdes desenvolvidas em parceria com comunidades tradicionais da Amazônia.

Curada pela antropóloga indígena Letícia Krenak, a exposição propõe uma reflexão sobre como conhecimentos milenares podem inspirar soluções para desafios contemporâneos como crise climática, perda de biodiversidade e desigualdade social. “Não se trata de romantizar o passado, mas de aprender com a sabedoria de povos que há séculos vivem de forma sustentável”, afirma Krenak.

Entre os destaques, estão objetos rituais dos povos Yanomami e Kayapó, mapas de manejo florestal e uma réplica de uma maloca onde visitantes podem vivenciar uma experiência sensorial com sons da floresta e aromas de ervas medicinais. Também há uma seção dedicada a inovações como sistemas de captação de água da chuva e painéis solares feitos com materiais reciclados, inspirados em técnicas indígenas.

A exposição fica em cartaz até dezembro de 2026 e terá programação paralela com debates, oficinas e visitas guiadas com lideranças indígenas. O Museu do Amanhã espera receber mais de 500 mil visitantes durante o período.

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Cultura

Festival de Arte Urbana Transforma Ruas em Galerias Vivas

Evento reúne grafiteiros, escultores e performers em São Paulo para celebrar a diversidade cultural

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São Paulo ganha nova identidade visual com festival de arte urbana

Entre os dias 15 e 30 de julho, a cidade de São Paulo será palco do Festival de Arte Urbana, que transformará ruas e praças em verdadeiras galerias a céu aberto. O evento, que já está em sua terceira edição, conta com a participação de artistas nacionais e internacionais, incluindo o renomado grafiteiro Eduardo Kobra, conhecido por seus murais coloridos espalhados pelo mundo. Além de pinturas, o festival trará esculturas interativas, performances de dança e música ao vivo, tudo com entrada gratuita.

De acordo com os organizadores, o objetivo é democratizar o acesso à cultura e valorizar os espaços públicos. “A arte urbana tem o poder de transformar a percepção das pessoas sobre a cidade, promovendo diálogo e reflexão”, afirma Carolina Mendes, curadora do evento. O festival também promoverá oficinas para jovens de comunidades locais, incentivando a expressão artística como ferramenta de inclusão social.

Entre os destaques da programação, está a intervenção do artista chileno Francisco Ramos, que criará uma instalação com materiais reciclados na Avenida Paulista. Já a brasileira Marina Silva, conhecida por suas obras sobre sustentabilidade, apresentará uma série de painéis ecológicos na Praça da Sé. O evento conta com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e apoio de ONGs como a Arte no Muro.

Para quem deseja participar, a programação completa está disponível no site oficial do festival. As atividades ocorrerão em diferentes pontos da cidade, incluindo a região da Vila Madalena e o Centro Histórico. A expectativa é atrair mais de 50 mil visitantes ao longo das duas semanas.

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