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De condenado à morte pelo câncer à empresário. Conheça a história de Lucas Sander

Uma história que conquistou o Brasil e o Mundo. Curado do câncer, Lucas Sander se tornou uma figura de superação total

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História de Lucas Sander

Em 2009 Lucas Sander aos seus 14 anos de idade descobre que estava doente e a doença que se manifestava é a epidemia que tomou conta do mundo nos últimos anos, câncer. Foi diagnosticado com um tumor que media cerca de 24,5 cm de diâmetro, aonde percorria o cérebro, nariz e garganta.

A lesão lhe impedia de comer, chegou a pesar 36 KG com seus 15 anos de idade. Tomava diversos medicamentos como morfina entre outros diariamente para amenizar a dor, mas mesmo assim o grande incomodo persistia gerando muita dor e desconforto.

Foram mais de um ano e três meses na luta contra o câncer, até o dia da cirurgia para remoção da ordem tumoral. Uma cirurgia muito delicada foi realizada, abrindo todo o seio da face para chegar até o local da lesão. No total mais de 1.800 pontos em todo rosto e 5 platinas para reconstrução óssea.

Superação e início da sua jornada

Após este episodio Lucas Sander começou sua carreira como palestrante motivacional, sua história de conquista e sucesso se espalha com grande velocidade tomando conta do Brasil e do mundo. Suas palestras sempre moveram milhares de pessoas para lhe ouvir, foram três anos intensos palestrando em todo território nacional e internacional.

Tempos difíceis

Em 2012 Lucas Sander descobre que sua mãe Silvia Sander estava com câncer (28 tumores em todo corpo) a doença se alastrou com muita agilidade fragilizando todo seu sistema imunológico.

No período da doença a família passou por muitas privações, até mesmo morar de favor, pois o quadro financeiro foi ficando debilitado. Os tumores tomaram conta dos pulmões, coluna, estrutura óssea entre outras partes como mama.

A doença precisou de apenas nove meses para encerrar com a vida de Silvia Sander. Após sua morte ela deixou três meninos, apenas um deles tinha pai, o nome dele Mateus que na época tinha 12 anos de idade.

Lucas Sander não se deu por vencido

Lucas Sander tinha tudo para desistir, pois enfrentou diversas adversidades da vida, mas decidiu percorrer outro caminho, o caminho do sucesso! Três anos se passaram, Lucas Sander já ministrava palestras em diversos países e estados brasileiros, até que decidiu pegar a sua dor e transformar em uma ação beneficente para muitas crianças e adolescentes que estivesse lutando contra o câncer. Foi neste momento, após a restruturação Lucas Sander idealiza a ideia do Instituto do Câncer Infantil Silvia Sander – SILDER.

Lucas Sander é empresário, palestrante e fundador de entidade oncológica. Após vencer um câncer faltal Lucas Sander se torna referência de superação. Em breve também lançará seu livro de superação em 2020. O título ainda não foi divulgado.

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Mundo

Conflito no Sudão: Crise Humanitária se Aprofunda com Êxodo em Massa

Mais de 5 milhões de pessoas foram deslocadas internamente, enquanto a fome e a violência atingem níveis alarmantes, segundo a ONU.

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Êxodo sem precedentes

O Sudão enfrenta uma das maiores crises humanitárias do mundo, com mais de 5 milhões de pessoas deslocadas internamente desde o início do conflito entre as Forças Armadas Sudanesas (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF), em abril de 2023. A escala do deslocamento supera qualquer estimativa anterior, e a situação se agrava a cada dia.

Fome e colapso do sistema de saúde

A fome se espalha rapidamente, com cerca de 25 milhões de pessoas necessitando de assistência humanitária urgente. Mais de 70% dos hospitais nas áreas de conflito estão fora de serviço, e doenças como cólera e malária estão se tornando epidêmicas, especialmente em Darfur e Cartum.

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) alerta que o acesso humanitário continua severamente restrito, com entregas de alimentos bloqueadas por combates e burocracia. Crianças menores de cinco anos estão entre as mais afetadas, com taxas de desnutrição aguda ultrapassando o limiar de emergência em várias regiões.

Diplomacia estagnada

Os esforços de mediação internacional, liderados por Estados Unidos, Arábia Saudita e União Africana, não conseguiram avançar. As negociações em Jeddah foram suspensas, e as partes beligerantes continuam a recusar cessar-fogos duradouros. O Conselho de Segurança da ONU também falhou em adotar resoluções vinculativas devido a vetos e divergências entre os membros permanentes.

Refugiados continuam a fugir para o Chade, Sudão do Sul, Egito e Etiópia, sobrecarregando os países vizinhos que já enfrentam suas próprias crises. A ONU estima que, sem uma ação urgente, a fome e as doenças podem causar mortes em massa nos próximos meses.

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Guerra na Europa: Ameaça Nuclear Russa Reacende Tensões Globais

Declarações de Putin sobre uso de armas atômicas geram condenação internacional e temor de escalada

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Putin Sinaliza Possível Ataque Nuclear

Em um discurso televisionado na quarta-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, sugeriu que a Rússia poderia usar armas nucleares em resposta a ataques com mísseis de longo alcance autorizados pelos EUA à Ucrânia. A declaração elevou o nível de alerta global para o patamar mais alto desde a Crise dos Mísseis de Cuba, em 1962.

A fala de Putin ocorre dias após o presidente americano, Joe Biden, permitir que a Ucrânia utilize mísseis ATACMS contra território russo. Moscou interpretou a medida como uma participação direta dos Estados Unidos no conflito, justificando uma resposta com armas de destruição em massa.

Em resposta, a OTAN convocou uma reunião de emergência. O secretário-geral, Jens Stoltenberg, classificou as ameaças como “irresponsáveis” e afirmou que a Aliança está monitorando a situação de perto. Líderes europeus, incluindo Emmanuel Macron e Olaf Scholz, pediram moderação e reforçaram o apoio à Ucrânia.

Analistas militares apontam que, embora um ataque nuclear seja improvável a curto prazo, a retórica russa visa testar os limites da resposta ocidental. A China, por sua vez, pediu calma e evitou se posicionar diretamente, enquanto a ONU alertou para os riscos de um erro de cálculo catastrófico.

O Chanceler alemão, Olaf Scholz, e o presidente francês, Emmanuel Macron, reiteraram que não buscam confronto direto com a Rússia, mas não recuarão no apoio a Kiev. A Ucrânia, sob liderança de Volodymyr Zelensky, intensificou os preparativos para defesa antiaérea e distribuição de pastilhas de iodo à população.

Enquanto isso, mercados financeiros globais registraram queda acentuada, com o petróleo subindo 8% e ouro atingindo máximas históricas. A Rússia alega que suas ações são defensivas, mas a comunidade internacional vê a ameaça nuclear como uma escalada perigosa.

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Parlamento Global aprova Tratado de Inteligência Artificial

Em sessão histórica, 193 países definem regras vinculantes para desenvolvimento e uso de IA, com foco em direitos humanos e segurança cibernética.

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Acordo Histórico marca nova era para a tecnologia

Em uma votação unânime realizada na sede da ONU em Nova York, o Parlamento Global aprovou o Tratado de Inteligência Artificial (TIA), o primeiro acordo internacional juridicamente vinculante sobre a tecnologia. O tratado estabelece princípios fundamentais como transparência, não discriminação e responsabilidade humana em sistemas de IA.

A cerimônia contou com a presença de líderes mundiais, incluindo a secretária-geral da ONU, Amara Diallo, e o CEO da OpenAI, Sam Altman, que discursou em apoio às regras. O acordo foi elogiado por organizações de direitos humanos, mas criticado por empresas de tecnologia que temem excesso de regulamentação.

Entre as principais medidas, estão a proibição de sistemas de IA para vigilância em massa sem autorização judicial, a exigência de auditorias independentes para algoritmos de alto risco e a criação de um fundo global para países em desenvolvimento desenvolverem IA ética.

A União Europeia, que já possuía o AI Act, pressionou por cláusulas mais rígidas. Já a China e os EUA, potências na corrida tecnológica, negociaram exceções para uso militar e comercial. O tratado entra em vigor em 2027, após ratificação por pelo menos 100 países.

Especialistas apontam que o TIA representa um marco na governança global da tecnologia, mas alertam para desafios de implementação, especialmente em nações com infraestrutura digital limitada.

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