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Acordo Global para Proteger 30% dos Oceanos até 2030 é Aprovado

Nações Unidas chegam a consenso histórico após décadas de negociações sobre conservação marinha e pesca sustentável.

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Em uma reunião histórica na sede das Nações Unidas em Nova York, representantes de 193 países aprovaram nesta terça-feira um tratado ambicioso para proteger 30% dos oceanos do mundo até 2030. O acordo, que será juridicamente vinculante, estabelece áreas marinhas protegidas em alto-mar, proíbe a pesca predatória perto de recifes de corais e impõe limites à mineração submarina.

O documento final, fruto de anos de debates acirrados, foi saudado por ambientalistas como um marco comparável ao Acordo de Paris. “É a maior vitória para a vida marinha desde a criação da ONU”, disse a secretária-geral adjunta Amina Mohammed. A pesca industrial terá que reduzir suas capturas em 40% nas áreas protegidas até 2028, sob pena de sanções comerciais.

Países como Noruega, Japão e Islândia, que inicialmente resistiam às restrições, cederam após a inclusão de cláusulas de compensação financeira para comunidades pesqueiras. O Brasil, com sua vasta costa atlântica, terá que redesenhar 15% de sua zona econômica exclusiva para cumprir as metas. O presidente Lula da Silva celebrou o pacto, afirmando que ‘o futuro da humanidade depende de mares saudáveis’.

ONGs como Greenpeace e WWF já prometem monitorar o cumprimento do tratado. O próximo desafio será a ratificação pelos parlamentos nacionais. Especialistas alertam que, sem fiscalização rigorosa, as metas podem não sair do papel.

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Acordo Global Inédito: Países se Unem para Proteger 30% dos Oceanos até 2030

Lideranças mundiais assinam tratado histórico em Nova York, prometendo financiamento e fiscalização para conservação marinha.

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Um marco para a preservação dos oceanos

Em uma cúpula realizada na sede da ONU, em Nova York, 193 países assinaram nesta terça-feira o Tratado de Alta-Mar, comprometendo-se a proteger 30% dos oceanos do mundo até 2030. O acordo, negociado por mais de uma década, estabelece áreas marinhas protegidas em águas internacionais, onde a pesca, a mineração e a poluição serão rigorosamente controladas.

A iniciativa conta com um fundo de US$ 30 bilhões anuais, financiado por nações desenvolvidas, para auxiliar países em desenvolvimento na fiscalização e implementação das medidas. A ativista ambiental Greta Thunberg celebrou o pacto, mas alertou que “a verdadeira batalha será na fiscalização”.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou o tratado como “o maior acordo de conservação da história da humanidade”. A União Europeia e os Estados Unidos lideraram as negociações, mas China e Índia também aderiram após garantias de assistência técnica.

Especialistas estimam que 40% dos oceanos estão atualmente sob algum estresse humano. O tratado inclui regras para avaliação de impacto ambiental em alto-mar e compartilhamento de benefícios genéticos marinhos. A primeira reunião de monitoramento está prevista para 2027.

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Cúpula do Clima da ONU Termina com Acordo Histórico sobre Financiamento Verde

Países ricos prometem US$ 100 bilhões por ano para nações em desenvolvimento até 2030, visando combater mudanças climáticas e promover energias limpas.

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Acordo global para o clima é assinado em Nova York

A Cúpula do Clima da ONU, realizada em Nova York, chegou a um consenso inédito nesta sexta-feira. Líderes de 195 países aprovaram um acordo que prevê a transferência de US$ 100 bilhões anuais dos países desenvolvidos para as nações em desenvolvimento, com o objetivo de financiar projetos de energia renovável e adaptação às mudanças climáticas.

O pacto foi resultado de negociações intensas que duraram três semanas. A secretária-geral da ONU, Maria Silva, classificou o acordo como ‘um passo histórico para a justiça climática’. Já o presidente do Brasil, João Oliveira, destacou que ‘os recursos são essenciais para a transição energética na Amazônia’

Críticos, no entanto, apontam que o valor ainda é insuficiente e que faltam mecanismos de fiscalização. Ainda assim, o mercado de carbono global reagiu positivamente, com as bolsas de valores registrando alta nos setores de energia limpa.

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Diplomacia Global: Crise Climática e Cúpula de Emergência em Nairóbi

Líderes mundiais se reúnem para negociar metas urgentes de redução de emissões após desastres naturais recordes

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Cúpula de Emergência Climática em Nairóbi

Nações de todos os continentes convergiram para Nairóbi, Quênia, em uma cúpula climática de emergência convocada pela ONU. O encontro, que ocorre entre os dias 7 e 12 de julho, visa estabelecer novas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa após uma série de desastres naturais sem precedentes, incluindo tempestades tropicais no Atlântico, ondas de calor na Europa e secas severas na África.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, abriu a cúpula com um discurso enfático, exigindo ações concretas dos países industrializados. ‘O tempo de promessas vazias acabou. Precisamos de compromissos firmes e financiamento imediato para os países mais vulneráveis’, declarou. A China e os Estados Unidos, maiores emissores do mundo, enfrentam pressão para apresentar planos mais ambiciosos.

Entre os principais pontos de debate estão a criação de um fundo global de perdas e danos, proposto pelo Brasil e apoiado pelo grupo dos países em desenvolvimento, e a aceleração da transição energética para fontes renováveis. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou um pacote de 500 bilhões de euros para energias limpas até 2030. Enquanto isso, ativistas climáticos, como Greta Thunberg, protestam nas ruas de Nairóbi, cobrando responsabilidade corporativa.

A cúpula também aborda a proteção da biodiversidade, com destaque para a Amazônia e a Bacia do Congo, consideradas essenciais para o equilíbrio climático global. O presidente queniano, William Ruto, enfatizou a necessidade de incluir as comunidades locais nas soluções. As negociações devem se estender por mais uma semana, com expectativa de um acordo histórico ou um fracasso diplomático.

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