Mundo
Cúpula do Clima em Genebra: Histórico Acordo Global para Reduzir Plástico
Líderes de 180 nações assinam tratado vinculante para eliminar 40% da produção de plástico até 2040, com metas intermediárias rígidas.
Acordo Histórico na Cúpula do Clima
Na manhã desta terça-feira, 14 de maio de 2026, os representantes de 180 países reunidos na Cúpula do Clima em Genebra assinaram um tratado vinculante que promete transformar a economia global dos plásticos. O acordo, negociado ao longo de três semanas, estabelece a redução de 40% da produção primária de plástico até 2040, com metas intermediárias de 20% até 2030. A medida visa combater a poluição que já atinge todos os oceanos e ecossistemas terrestres.
A secretária-geral da ONU, António Guterres, classificou o momento como “um divisor de águas na história ambiental”. Guterres destacou que o tratado inclui mecanismos de financiamento para países em desenvolvimento, com um fundo de US$ 50 bilhões anuais gerido pelo Banco Mundial. Já a ativista Greta Thunberg, presente nas negociações, criticou as metas como insuficientes, exigindo uma redução de 60%. O acordo prevê ainda a proibição de plásticos de uso único até 2030 e a criação de um painel científico independente para monitorar o cumprimento das metas.
Empresas do setor, como a Dow Chemical e a ExxonMobil, prometeram investir em alternativas biodegradáveis, enquanto a China, maior produtor mundial de plástico, inicialmente resistiu, mas cedeu após pressão da União Europeia. O presidente americano Joe Biden elogiou o acordo, mas o Congresso dos EUA ainda precisa ratificá-lo. Especialistas alertam que a implementação será o maior desafio, especialmente em regiões como a África, onde a infraestrutura de reciclagem é precária.
Mundo
Acordo Global Inédito: Países se Unem para Proteger 30% dos Oceanos até 2030
Lideranças mundiais assinam tratado histórico em Nova York, prometendo financiamento e fiscalização para conservação marinha.
Um marco para a preservação dos oceanos
Em uma cúpula realizada na sede da ONU, em Nova York, 193 países assinaram nesta terça-feira o Tratado de Alta-Mar, comprometendo-se a proteger 30% dos oceanos do mundo até 2030. O acordo, negociado por mais de uma década, estabelece áreas marinhas protegidas em águas internacionais, onde a pesca, a mineração e a poluição serão rigorosamente controladas.
A iniciativa conta com um fundo de US$ 30 bilhões anuais, financiado por nações desenvolvidas, para auxiliar países em desenvolvimento na fiscalização e implementação das medidas. A ativista ambiental Greta Thunberg celebrou o pacto, mas alertou que “a verdadeira batalha será na fiscalização”.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou o tratado como “o maior acordo de conservação da história da humanidade”. A União Europeia e os Estados Unidos lideraram as negociações, mas China e Índia também aderiram após garantias de assistência técnica.
Especialistas estimam que 40% dos oceanos estão atualmente sob algum estresse humano. O tratado inclui regras para avaliação de impacto ambiental em alto-mar e compartilhamento de benefícios genéticos marinhos. A primeira reunião de monitoramento está prevista para 2027.
Mundo
Cúpula do Clima da ONU Termina com Acordo Histórico sobre Financiamento Verde
Países ricos prometem US$ 100 bilhões por ano para nações em desenvolvimento até 2030, visando combater mudanças climáticas e promover energias limpas.
Acordo global para o clima é assinado em Nova York
A Cúpula do Clima da ONU, realizada em Nova York, chegou a um consenso inédito nesta sexta-feira. Líderes de 195 países aprovaram um acordo que prevê a transferência de US$ 100 bilhões anuais dos países desenvolvidos para as nações em desenvolvimento, com o objetivo de financiar projetos de energia renovável e adaptação às mudanças climáticas.
O pacto foi resultado de negociações intensas que duraram três semanas. A secretária-geral da ONU, Maria Silva, classificou o acordo como ‘um passo histórico para a justiça climática’. Já o presidente do Brasil, João Oliveira, destacou que ‘os recursos são essenciais para a transição energética na Amazônia’
Críticos, no entanto, apontam que o valor ainda é insuficiente e que faltam mecanismos de fiscalização. Ainda assim, o mercado de carbono global reagiu positivamente, com as bolsas de valores registrando alta nos setores de energia limpa.
Mundo
Diplomacia Global: Crise Climática e Cúpula de Emergência em Nairóbi
Líderes mundiais se reúnem para negociar metas urgentes de redução de emissões após desastres naturais recordes
Cúpula de Emergência Climática em Nairóbi
Nações de todos os continentes convergiram para Nairóbi, Quênia, em uma cúpula climática de emergência convocada pela ONU. O encontro, que ocorre entre os dias 7 e 12 de julho, visa estabelecer novas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa após uma série de desastres naturais sem precedentes, incluindo tempestades tropicais no Atlântico, ondas de calor na Europa e secas severas na África.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, abriu a cúpula com um discurso enfático, exigindo ações concretas dos países industrializados. ‘O tempo de promessas vazias acabou. Precisamos de compromissos firmes e financiamento imediato para os países mais vulneráveis’, declarou. A China e os Estados Unidos, maiores emissores do mundo, enfrentam pressão para apresentar planos mais ambiciosos.
Entre os principais pontos de debate estão a criação de um fundo global de perdas e danos, proposto pelo Brasil e apoiado pelo grupo dos países em desenvolvimento, e a aceleração da transição energética para fontes renováveis. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou um pacote de 500 bilhões de euros para energias limpas até 2030. Enquanto isso, ativistas climáticos, como Greta Thunberg, protestam nas ruas de Nairóbi, cobrando responsabilidade corporativa.
A cúpula também aborda a proteção da biodiversidade, com destaque para a Amazônia e a Bacia do Congo, consideradas essenciais para o equilíbrio climático global. O presidente queniano, William Ruto, enfatizou a necessidade de incluir as comunidades locais nas soluções. As negociações devem se estender por mais uma semana, com expectativa de um acordo histórico ou um fracasso diplomático.
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