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Cultura

Festa do Livro em BH: Autores Independentes Brilham na Praça da Estação

Evento gratuito reúne 50 escritores, oficinas e contação de histórias, resgatando o hábito da leitura em Belo Horizonte.

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A Praça da Estação, em Belo Horizonte, foi palco neste domingo da primeira edição da Festa do Livro Independente, que atraiu centenas de visitantes. Organizado pelo Coletivo Literário das Gerais, o evento contou com 50 autores vendendo e autografando suas obras, além de oficinas de escrita criativa e contação de histórias para crianças.

Diversidade de gêneros

De poesia a ficção científica, passando por romance e literatura infantojuvenil, a feira ofereceu títulos para todos os gostos. A escritora Maria Clara, uma das participantes, destacou a importância de espaços como este para autores independentes. “É uma chance única de contato direto com o leitor, sem intermediários”, afirmou.

Atividades paralelas

Além da venda de livros, o evento promoveu debates sobre mercado editorial e leitura, com a presença de mediadores culturais. A oficina de zines foi uma das mais concorridas, atraindo jovens interessados em produzir suas próprias publicações.

Próximas edições

O sucesso da festa animou os organizadores a planejarem uma segunda edição para outubro. A expectativa é ampliar o número de expositores e incluir mais atividades interativas.

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Cultura

Música indígena ganha palco no Festival de Parintins 2026

Grupo de artistas originários do Amazonas apresenta show inédito que mescla ritos ancestrais e tecnologia

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Festival de Parintins 2026 recebe grupo indígena em noite histórica

No segundo dia do Festival de Parintins, o palco principal foi tomado por uma apresentação inédita: o grupo Awa Yã, formado por artistas de etnias do Amazonas, trouxe uma performance que uniu cantos rituais, danças tradicionais e projeções mapeadas em 3D. A plateia, estimada em 40 mil pessoas, vibrou com a fusão entre o sagrado e o contemporâneo.

A cantora Kunã Tupã, líder do grupo, destacou a importância de ocupar espaços tradicionais como o festival: ‘A cultura indígena não é folclore, é viva e está em transformação. Mostramos que podemos dialogar com a tecnologia sem perder nossa essência’.

A apresentação contou com a participação especial do músico eletrônico Carlinhos de Jesus, que adaptou beats eletrônicos aos ritmos dos maracás. A cenografia foi assinada pelo artista visual Jaider Esbell, que utilizou grafismos indígenas projetados em tempo real.

O presidente da Fundação de Cultura do Amazonas, Mário Braga, classificou o evento como ‘marco na valorização da diversidade’. ‘É um passo para que artistas indígenas tenham visibilidade nacional’, afirmou.

O show foi registrado em 360 graus para um documentário que será lançado no Museu do Índio, em Manaus, em agosto.

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Cultura

Luzes e Sombras: O Novo Olhar da Fotografia Brasileira Contemporânea

Exposição no MASP reúne 30 artistas que redefinem a identidade visual do país, com obras que dialogam com questões sociais e tecnológicas.

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O Museu de Arte de São Paulo (MASP) inaugura nesta sexta-feira a exposição ‘Luzes e Sombras: Fotografia Brasileira Contemporânea’, uma coletânea de 150 obras de 30 artistas que exploram novas fronteiras da linguagem fotográfica. A curadoria, assinada por Adriana Pedrosa, destaca trabalhos que mesclam técnicas analógicas e digitais, refletindo sobre temas como identidade, memória e urbanidade.

Entre os destaques, a série ‘Retratos Invisíveis’ de João Carlos de Oliveira, que utiliza inteligência artificial para reconstruir rostos de pessoas apagadas da história oficial. Já a artista indígena Tamikuã Txihi apresenta ‘Territórios Líquidos’, imagens aéreas da Amazônia que denunciam o desmatamento. A mostra também inclui instalações interativas, como a obra ‘Pixel Poesia’ de Maria Fernanda Santos, onde o visitante pode modificar as cores das imagens em tempo real.

A exposição acontece até 15 de junho de 2026, com entrada gratuita aos domingos. O MASP espera receber mais de 100 mil visitantes, consolidando-se como um polo de discussão sobre a fotografia contemporânea no Brasil.

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Cultura

Festival de Parintins 2026: Garantido e Caprichoso em Disputa Épica

Boi-bumbás se preparam para maior rivalidade cultural do Amazonas com inovações tecnológicas e enredos indígenas

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Maior festival folclórico do norte do Brasil chega em junho de 2026

O Festival de Parintins 2026 promete ser um dos mais memoráveis da história, com os bois Garantido e Caprichoso em uma disputa acirrada pelo título de campeão. Realizado no Bumbódromo, o evento ocorre anualmente no final de junho e atrai turistas do mundo inteiro. Este ano, a novidade fica por conta de tecnologias de som e luz de última geração, além de enredos que homenageiam a cultura indígena local. A Secretaria de Cultura do Amazonas espera um público recorde de 120 mil pessoas nos três dias de festival. As torcidas organizadas já iniciaram os ensaios, e a expectativa é que a rivalidade entre os dois bois traga apresentações inesquecíveis.

Garantido aposta em tecnologia e tradição

O boi Garantido, conhecido pela cor vermelha e pelo coração, apresentará um enredo focado na preservação da floresta amazônica. Com alegorias de 20 metros de altura e efeitos pirotécnicos, a agremiação promete emocionar o público. Já o boi Caprichoso, azul e estrelado, trará uma narrativa sobre os povos indígenas do rio Negro, com destaque para as lendas do Boto e da Iara. A disputa técnica deve ser equilibrada, e os jurados terão a difícil tarefa de escolher o vencedor.

Impacto econômico e cultural

O festival movimenta a economia local, gerando empregos temporários e renda para artesãos, músicos e comerciantes. A prefeitura de Parintins estima um incremento de R$ 200 milhões no comércio da cidade. Além disso, o evento é vitrine da cultura amazonense para o mundo, com transmissão ao vivo para mais de 50 países. A curadoria do festival anunciou que haverá debates sobre sustentabilidade e valorização das tradições indígenas durante a programação paralela.

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