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Cultura

Museu do Amanhã Lança Exposição Sobre Saberes Ancestrais e Futuro Sustentável

Mostra interativa reúne artefatos indígenas, tecnologias verdes e propostas de convivência harmônica entre humanos e natureza.

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Museu do Amanhã Lança Exposição Sobre Saberes Ancestrais e Futuro Sustentável

O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, inaugura no próximo sábado a exposição “Raízes do Futuro: Saberes Ancestrais para um Mundo Sustentável”. A mostra reúne mais de 200 peças, incluindo artefatos indígenas, instalações interativas e protótipos de tecnologias verdes desenvolvidas em parceria com comunidades tradicionais da Amazônia.

Curada pela antropóloga indígena Letícia Krenak, a exposição propõe uma reflexão sobre como conhecimentos milenares podem inspirar soluções para desafios contemporâneos como crise climática, perda de biodiversidade e desigualdade social. “Não se trata de romantizar o passado, mas de aprender com a sabedoria de povos que há séculos vivem de forma sustentável”, afirma Krenak.

Entre os destaques, estão objetos rituais dos povos Yanomami e Kayapó, mapas de manejo florestal e uma réplica de uma maloca onde visitantes podem vivenciar uma experiência sensorial com sons da floresta e aromas de ervas medicinais. Também há uma seção dedicada a inovações como sistemas de captação de água da chuva e painéis solares feitos com materiais reciclados, inspirados em técnicas indígenas.

A exposição fica em cartaz até dezembro de 2026 e terá programação paralela com debates, oficinas e visitas guiadas com lideranças indígenas. O Museu do Amanhã espera receber mais de 500 mil visitantes durante o período.

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Cultura

Festival de Arte Urbana Transforma Ruas em Galerias Vivas

Evento reúne grafiteiros, escultores e performers em São Paulo para celebrar a diversidade cultural

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São Paulo ganha nova identidade visual com festival de arte urbana

Entre os dias 15 e 30 de julho, a cidade de São Paulo será palco do Festival de Arte Urbana, que transformará ruas e praças em verdadeiras galerias a céu aberto. O evento, que já está em sua terceira edição, conta com a participação de artistas nacionais e internacionais, incluindo o renomado grafiteiro Eduardo Kobra, conhecido por seus murais coloridos espalhados pelo mundo. Além de pinturas, o festival trará esculturas interativas, performances de dança e música ao vivo, tudo com entrada gratuita.

De acordo com os organizadores, o objetivo é democratizar o acesso à cultura e valorizar os espaços públicos. “A arte urbana tem o poder de transformar a percepção das pessoas sobre a cidade, promovendo diálogo e reflexão”, afirma Carolina Mendes, curadora do evento. O festival também promoverá oficinas para jovens de comunidades locais, incentivando a expressão artística como ferramenta de inclusão social.

Entre os destaques da programação, está a intervenção do artista chileno Francisco Ramos, que criará uma instalação com materiais reciclados na Avenida Paulista. Já a brasileira Marina Silva, conhecida por suas obras sobre sustentabilidade, apresentará uma série de painéis ecológicos na Praça da Sé. O evento conta com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura e apoio de ONGs como a Arte no Muro.

Para quem deseja participar, a programação completa está disponível no site oficial do festival. As atividades ocorrerão em diferentes pontos da cidade, incluindo a região da Vila Madalena e o Centro Histórico. A expectativa é atrair mais de 50 mil visitantes ao longo das duas semanas.

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Cultura

Instituto Moreira Salles inaugura exposição inédita sobre o cinema marginal brasileiro

Mostra reúne mais de 200 obras, incluindo filmes raros, fotografias e documentos, celebrando a produção cinematográfica dos anos 1970

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Instituto Moreira Salles lança exposição sobre cinema marginal

O Instituto Moreira Salles (IMS) abriu nesta quinta-feira, 16 de julho, a exposição inédita “Cinema Marginal: A Invenção do Futuro”, que fica em cartaz até 18 de outubro na unidade da Gávea, Rio de Janeiro. A mostra reúne mais de 200 peças, entre filmes raros, fotografias, cartazes e documentos, que resgatam o movimento conhecido como cinema marginal ou udigrudi, que floresceu no Brasil na década de 1970.

Com curadoria de Pedro Guimarães e Julia Barroso, a exposição destaca diretores como Rogério Sganzerla e Júlio Bressane, além de atrizes como Helena Ignez. O período foi marcado pela produção de filmes experimentais de baixo orçamento, que desafiavam os padrões estéticos e políticos da época.

A entrada é gratuita, com visitas de quarta a domingo, das 11h às 20h. O IMS também preparou uma programação paralela com debates e exibições de filmes.

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Cultura

Festival de Cinema Brasileiro Bate Recorde de Público em Sua 30ª Edição

Com mais de 200 mil espectadores, evento consolida-se como maior vitrine do cinema nacional contemporâneo.

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Festival de Cinema Brasileiro Bate Recorde de Público em Sua 30ª Edição

A 30ª edição do Festival de Cinema Brasileiro, realizada em São Paulo, encerrou no último domingo com um recorde histórico de público: mais de 200 mil pessoas compareceram às sessões, debates e mostras ao longo de dez dias. O número supera em 15% o recorde anterior, estabelecido em 2023.

O festival contou com a exibição de 120 filmes, sendo 40 deles inéditos. Entre os destaques, o longa-metragem ‘A Cidade dos Sonhos’, dirigido por Ana Oliveira, recebeu o prêmio de Melhor Filme do Júri Popular. ‘É uma honra imensa ver nosso trabalho reconhecido por tantas pessoas’, declarou a diretora emocionada.

A programação incluiu ainda homenagens à atriz Fernanda Montenegro, que completou 95 anos, e ao cineasta Cacá Diegues, falecido em 2024. O evento também promoveu debates sobre acessibilidade e representatividade no cinema, com a presença de profissionais como a diretora de fotografia Débora Diniz e o roteirista João Emanuel Carneiro.

Para o curador do festival, Marcos Pereira, o crescimento do público reflete o interesse crescente pela produção nacional: ‘O cinema brasileiro está vivendo um momento de renovação, com narrativas diversas e linguagens inovadoras. O festival é um termômetro desse entusiasmo.’

Com apoio da Secretaria de Cultura do Estado e de patrocinadores como a Petrobras, o evento também gerou um impacto econômico estimado em R$ 50 milhões na cidade. A próxima edição já está confirmada para julho de 2027.

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