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Acordo Global para Reduzir Emissões de Metano Caminha para Ratificação

Mais de 100 países se comprometem a cortar emissões em 30% até 2030, em pacto firmado na COP29.

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Um novo acordo internacional visando reduzir as emissões de metano em 30% até 2030 está próximo da ratificação, após a adesão de mais de 100 países durante a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29), realizada em Baku, Azerbaijão. O pacto, liderado por Estados Unidos e União Europeia, tem como alvo o metano, um gás de efeito estufa 80 vezes mais potente que o dióxido de carbono em curto prazo.

O compromisso inclui medidas como a detecção e reparo de vazamentos na indústria de petróleo e gás, redução de emissões agrícolas e melhor gestão de resíduos. O presidente dos EUA, Joe Biden, destacou a importância do acordo: “É um passo crucial para desacelerar o aquecimento global rapidamente.” A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a UE fornecerá 200 milhões de euros para ajudar países em desenvolvimento a implementar as mudanças.

Organizações ambientais, como o World Resources Institute, elogiaram o acordo, mas alertaram que a meta de 30% pode não ser suficiente para limitar o aquecimento a 1,5°C. Críticos apontam a falta de mecanismos de fiscalização. Apesar disso, o acordo representa um dos maiores esforços coordenados contra as mudanças climáticas desde o Acordo de Paris.

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Governo anuncia novo plano climático: redução de 50% das emissões até 2035

Medida visa cumprir Acordo de Paris e inclui incentivos para energias renováveis e transporte elétrico.

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Governo anuncia novo plano climático: redução de 50% das emissões até 2035

O governo federal apresentou hoje o novo Plano Nacional de Mudanças Climáticas, estabelecendo a meta de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 50% até 2035, em relação aos níveis de 2005. A medida, anunciada pelo Ministério do Meio Ambiente, visa alinhar o país às metas do Acordo de Paris e acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.

Entre as principais ações estão a expansão da capacidade de energia eólica e solar, com investimentos de R$ 200 bilhões em parques eólicos offshore e usinas solares no Nordeste. Além disso, o plano prevê a criação de um programa de incentivos para veículos elétricos, com isenção de IPI e redução de IPVA para carros movidos a bateria.

“Esta é uma resposta aos desafios globais e uma oportunidade de gerar empregos verdes e inovação”, destacou o ministro. A iniciativa também inclui a restauração de 12 milhões de hectares de florestas na Amazônia e no Cerrado, com apoio a comunidades indígenas e ribeirinhas.

O anúncio ocorre em meio a críticas de ONGs ambientalistas, que consideram as metas insuficientes. “Precisamos de reduções mais ambiciosas e imediatas”, afirmou a porta-voz do Greenpeace. Já o setor empresarial elogiou os incentivos, mas pede maior clareza sobre financiamento. O plano será debatido no Congresso nas próximas semanas.

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Acordo Global Histórico: Países se Unem Contra a Crise Climática

Líderes de 195 nações assinam tratado vinculante para reduzir emissões e proteger o planeta

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Nova Era na Luta Climática

Em uma cúpula histórica realizada em Genebra, representantes de 195 países assinaram um acordo vinculante para combater as mudanças climáticas. O pacto, denominado ‘Tratado de Ação Climática Global’, estabelece metas obrigatórias de redução de emissões de gases de efeito estufa até 2035, com mecanismos de monitoramento e sanções para países que descumprirem.

A secretária-geral da ONU, Maria Fernandes, classificou o acordo como ‘um marco na história da humanidade’. Empresas como a Tesla e a Petrobras anunciaram investimentos em energias renováveis. O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, destacou o papel da Amazônia na regulação climática.

Ambientalistas como Greta Thunberg elogiaram o tratado, mas alertaram para a necessidade de implementação rápida. Críticos, como o ex-presidente Donald Trump, duvidam da eficácia das medidas. O acordo entra em vigor em 2027, após ratificação pelos países signatários.

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Cientistas descobrem novo planeta habitável na zona de órbita de estrela vizinha

Exoplaneta rochoso, com tamanho similar à Terra, pode abrigar água líquida e atmosfera, segundo telescópio James Webb

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Descoberta histórica

Uma equipe internacional de astrônomos anunciou a descoberta de um novo exoplaneta rochoso na zona habitável de sua estrela-mãe, a apenas 12 anos-luz da Terra. O planeta, batizado de Gliese 1061 d, tem massa e tamanho similares aos da Terra e orbita uma anã vermelha chamada Gliese 1061, na constelação de Horologium.

Observações do telescópio James Webb

As observações foram realizadas pelo telescópio espacial James Webb da NASA, que detectou sinais de vapor d’água e possíveis compostos orgânicos na atmosfera do planeta. ‘É o candidato mais promissor para abrigar vida fora do Sistema Solar até hoje’, afirmou a Dra. Ana Martínez, líder da pesquisa no Instituto de Astrobiologia da NASA.

Próximos passos

Os cientistas planejam usar o Extremely Large Telescope (ELT) do ESO, ainda em construção, para analisar a composição atmosférica em detalhes. A descoberta foi publicada na revista Nature Astronomy e já gerou grande expectativa na comunidade científica.

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