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Cultura

Museu do Amanhã inaugura exposição interativa sobre a cultura digital brasileira

Mostra ‘Códigos do Brasil’ reúne obras de artistas como Guto Lacaz e Mariana Leme

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Museu do Amanhã inaugura exposição interativa sobre a cultura digital brasileira

O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, abriu nesta quarta-feira (10) a exposição ‘Códigos do Brasil’, que mergulha na cultura digital brasileira por meio de instalações interativas, videoarte e performances. A mostra, que fica em cartaz até 30 de setembro, conta com obras de 23 artistas, incluindo nomes como Guto Lacaz, Mariana Leme e o coletivo Opavivará!.

A curadoria, assinada por Luiz Camillo Osorio, destaca a relação entre tecnologia, identidade e território. ‘Queremos mostrar como a cultura digital não é apenas um fenômeno global, mas também profundamente enraizada nas realidades locais do Brasil’, explica Osorio.

Entre as obras, destaca-se a instalação ‘Floresta de Dados’, de Guto Lacaz, que utiliza sensores para transformar movimentos do público em sons da Amazônia. Já Mariana Leme apresenta ‘Retratos Algorítmicos’, uma série de imagens geradas por inteligência artificial a partir de fotografias de brasileiros anônimos.

A exposição também conta com uma programação paralela de debates e oficinas, abordando temas como privacidade digital, cultura maker e inclusão tecnológica. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e estão disponíveis no site do museu.

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Cultura

Museu do Amanhã Lança Exposição Interativa Sobre o Futuro da Humanidade

Mostra ‘Amanhãs Possíveis’ reúne obras de artistas brasileiros e internacionais para questionar o papel da tecnologia na sociedade.

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Museu do Amanhã Lança Exposição Interativa Sobre o Futuro da Humanidade

O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, inaugura neste sábado (20) a exposição “Amanhãs Possíveis”, que reúne obras de artistas brasileiros e internacionais para questionar o papel da tecnologia na sociedade. A mostra, que fica em cartaz até março de 2027, conta com instalações interativas, realidade virtual e inteligência artificial.

Entre os destaques, está a obra “O Último Abraço”, do artista Vik Muniz, que utiliza robôs para recriar formas humanas. Já o coletivo Estúdio Guto Requena apresenta uma instalação sonora que reage aos movimentos dos visitantes. A curadoria é de Luiz Alberto Oliveira, que também assina a pesquisa histórica.

A exposição é dividida em três eixos: “Corpo Aumentado”, “Cidade Inteligente” e “Natureza Sintética”. No primeiro, o público pode experimentar próteses robóticas e exoesqueletos. No segundo, um mapa interativo mostra como algoritmos podem otimizar o trânsito urbano. Já no terceiro, obras que misturam plantas e sensores questionam a fronteira entre natural e artificial.

Para o diretor do museu, Ricardo Piquet, a exposição busca “provocar reflexões sobre os caminhos que estamos trilhando como espécie”. A entrada é gratuita às quartas-feiras, com ingressos disponíveis no site oficial. A expectativa é receber 500 mil visitantes até o fim da mostra.

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Cultura

Exposição Imersiva Leva Público a Viagem Sensorial pela Obra de Tarsila do Amaral

Mostra interativa no MIS-SP recria o universo da artista modernista com projeções, sons e realidade virtual; visitantes podem ‘entrar’ em quadros como Abaporu.

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Exposição imersiva no MIS-SP homenageia Tarsila do Amaral

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP) inaugura neste sábado (18) a exposição inédita “Tarsila: A Viagem Imersiva”, que promete transportar o visitante para dentro das obras mais icônicas da pintora modernista. Com tecnologia de ponta, a mostra ocupa 1.200 m² e conta com projeções mapeadas, cenários interativos e óculos de realidade virtual.

Dividida em cinco ambientes, a experiência começa com uma linha do tempo que reconta a vida da artista, desde sua infância em Capivari até sua consagração internacional. Em seguida, o público pode caminhar sobre reproduções gigantes de telas como Abaporu, Operários e O Lago, com animações que dão movimento aos elementos das pinturas.

O ponto alto é a sala imersiva de 360 graus, onde poemas de Oswald de Andrade são recitados enquanto as obras se transformam ao som de música clássica brasileira. “É uma forma de democratizar o acesso à arte, permitindo que pessoas de todas as idades se conectem com o modernismo de maneira lúdica”, afirma o curador Marcos Felipe.

A exposição fica em cartaz até 31 de outubro, com ingressos a partir de R$ 30 (meia-entrada). Crianças até 5 anos não pagam. O MIS-SP fica na Avenida Europa, 158, Jardim Europa.

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Cultura

Cultura em Alta: Novos Caminhos para a Inclusão nas Artes

Iniciativas inovadoras promovem diversidade e acesso à cultura para comunidades historicamente marginalizadas

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Transformação Cultural

A cena cultural brasileira vive um momento de efervescência com projetos que buscam democratizar o acesso às artes. Entre as iniciativas mais recentes, destaca-se o programa ‘Arte para Todos’, que leva exposições e workshops a regiões periféricas de São Paulo. A ação, financiada por parcerias público-privadas, já beneficiou mais de 10 mil pessoas em seis meses.

Protagonismo Indígena

No Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã inaugurou a mostra ‘Vozes da Terra’, com obras de artistas indígenas de diferentes etnias. A curadoria coletiva valoriza saberes ancestrais e discute a preservação ambiental. ‘É um marco para a valorização da arte indígena no circuito mainstream’, afirma a antropóloga Marina Silva.

Inclusão Digital

A plataforma ‘Cultura Online’ ampliou seu catálogo com conteúdos acessíveis para pessoas com deficiência. Legendas descritivas, audiodescrição e Libras estão disponíveis em mais de 500 obras. ‘A tecnologia é uma ferramenta poderosa para quebrar barreiras’, diz o diretor da plataforma, Carlos Alberto.

Fomento à Leitura

Em Belo Horizonte, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa lançou o projeto ‘Livro na Rua’, que distribui obras literárias em praças e parques. A ação incentiva a leitura e já distribuiu 5 mil livros. ‘Queremos que a literatura chegue a todos os cantos’, comenta a coordenadora Ana Paula.

Arte Urbana

Graffiteiros de todo o país se reuniram no festival ‘Cores da Cidade’, em Salvador, para revitalizar muros e fachadas. O evento contou com oficinas e debates sobre o papel da arte urbana na transformação social. ‘A cidade é nossa tela’, resume a artista Lia do Graffiti.

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