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Terremoto de magnitude 9,1 no Pacífico Sul desencadeia alerta de tsunami global

Onda gigante atinge arquipélagos isolados e autoridades emitem alerta para costas do Chile, Japão e Nova Zelândia

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Sismo histórico sacode ilhas de Tonga

Um terremoto de magnitude 9,1 na escala Richter ocorreu às 14h23 UTC desta quarta-feira (12) a 120 km ao sul de Nuku’alofa, capital do reino de Tonga, no Oceano Pacífico. O epicentro foi registrado a apenas 10 km de profundidade, classificado como raso e extremamente violento. O abalo foi sentido em Fiji, Samoa, Vanuatu e até mesmo na Nova Zelândia.

Alerta de tsunami foi emitido pelo Pacific Tsunami Warning Center para todo o Pacífico, incluindo o Havaí, a costa oeste dos Estados Unidos, o México, a América Central e a América do Sul. Ondas de até 5 metros já foram reportadas nas ilhas Ha’apai, em Tonga, onde comunidades inteiras foram evacuadas para terrenos mais altos. Imagens de satélite mostram uma massa d’água avançando rapidamente sobre recifes de coral.

A primeira onda atingiu a ilha de ‘Eua com força devastadora, arrastando barcos e destruindo casas de madeira próximas à praia. Não há até o momento relato de vítimas fatais, mas o governo tonganês declarou estado de emergência. As comunicações com as ilhas mais remotas estão interrompidas.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, ofereceu assistência imediata através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). A ONU mobilizou equipes de avaliação de danos. Especialistas do Instituto Geofísico da Universidade do Havaí classificam o evento como o maior terremoto registrado desde o sismo de Tohoku, no Japão, em 2011.

Autoridades da Indonésia, Filipinas e Austrália também emitiram alertas preventivos. A população costeira foi orientada a se deslocar para áreas elevadas e não retornar até que o alerta seja oficialmente cancelado. Os aeroportos de Tonga e Fiji suspenderam voos comerciais.

A causa do terremoto é o choque entre a placa do Pacífico e a placa Indo-Australiana, zona de intensa atividade sísmica conhecida como Anel de Fogo. O evento levanta preocupações sobre a possibilidade de novos abalos nos próximos dias.

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Acordo Global sobre Clima: Países se Unem para Reduzir Emissões

Líderes mundiais assinam pacto inédito para combater mudanças climáticas com metas ambiciosas até 2030.

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Acordo Histórico para Salvar o Planeta

Em uma cúpula realizada em Genebra, representantes de 195 países assinaram um acordo global que estabelece metas vinculativas de redução de emissões de gases de efeito estufa. O pacto, chamado de ‘Tratado de Genebra para o Clima’, prevê cortes de 50% nas emissões até 2030, com base nos níveis de 2005.

A secretária-geral da ONU, Amina J. Mohammed, classificou o acordo como ‘um passo crucial para evitar os piores cenários das mudanças climáticas’. A China, maior emissor do mundo, comprometeu-se a atingir o pico de emissões até 2025 e a neutralidade de carbono até 2050. Os Estados Unidos, sob a administração do presidente Joe Biden, prometeram US$ 100 bilhões em financiamento climático para países em desenvolvimento.

Empresas como a Tesla e a Apple também anunciaram planos para acelerar a transição para energias renováveis. O acordo foi recebido com otimismo por ativistas, mas a cientista sueca Greta Thunberg alertou: ‘As palavras não são suficientes. Precisamos de ação imediata.’

A implementação será monitorada por uma comissão independente e os países que descumprirem as metas poderão enfrentar sanções econômicas. A próxima cúpula está marcada para 2027, em Nairóbi.

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Líderes Mundiais Alcançam Acordo Inédito para Clima e Energia Renovável

Cúpula de Paris 2026 define metas ambiciosas até 2030, incluindo fim dos subsídios a combustíveis fósseis e investimento recorde em energia limpa.

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Acordo Histórico na Cúpula do Clima

Em uma reunião sem precedentes em Paris, líderes de mais de 190 países firmaram um pacto global para acelerar a transição energética e combater as mudanças climáticas. O acordo, batizado de ‘Pacto de Paris II’, estabelece o fim dos subsídios diretos a combustíveis fósseis até 2028 e a meta de triplicar a capacidade de energia renovável até 2030.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, classificou o momento como ‘um divisor de águas para a humanidade’. Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que ‘nunca antes tantas nações se comprometeram com ações tão concretas em um único documento’.

Participação de Gigantes Econômicos

China e Estados Unidos, maiores emissores de gases de efeito estufa, surpreenderam ao apoiar integralmente o texto, que inclui ainda a criação de um fundo de US$ 100 bilhões anuais para países em desenvolvimento. O presidente dos EUA, Joe Biden, afirmou que ‘a ciência finalmente falou mais alto que os interesses econômicos de curto prazo’.

O Brasil também teve papel de destaque ao propor a meta de desmatamento zero na Amazônia até 2025, recebendo elogios de organizações ambientais como o Greenpeace. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, declarou que ‘o mundo reconhece a importância da floresta para o equilíbrio climático global’.

Reações e Próximos Passos

Especialistas apontam desafios na implementação, especialmente em países dependentes de petróleo. A Arábia Saudita pediu flexibilidade nos prazos, mas acabou aderindo ao consenso. A próxima cúpula está marcada para 2027 em Nova Déli, onde serão avaliados os progressos.

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Pacote Global de US$ 500 Bi: Acordo Inédito Contra Crise Climática e Fome

Líderes mundiais aprovam plano ousado em Genebra; Meta é zerar emissões até 2050 e erradicar fome extrema na África

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Genebra, Suíça – 15 de junho de 2026

Em uma cúpula histórica de dois dias, 193 países chegaram a um acordo sem precedentes para combater a crise climática e a fome global. O pacote, batizado de Acordo de Resiliência Planetária, prevê investimentos de US$ 500 bilhões em energia limpa, agricultura sustentável e infraestrutura verde.

As negociações, lideradas pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, e pela presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, contaram com a participação do presidente dos EUA, Joe Biden, do presidente chinês, Xi Jinping, e do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. O Brasil, representado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu a proteção da Amazônia.

Entre as metas estão a redução de 50% das emissões de carbono até 2030 e a eliminação da fome extrema em 20 países africanos até 2028. Empresas como Tesla e BYD liderarão a transição energética. Críticos alertam para a implementação e o financiamento, mas o otimismo predomina.

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