Anuncie Nevura

Mundo

Acordo Histórico da ONU: Redução de 50% Emissões Globais Até 2040

Cúpula do Clima em Genebra aprova pacto vinculante com metas obrigatórias para 195 países; Brasil propõe fundo de transição justa.

Publicado

de

Líderes mundiais firmam compromisso inédito após semanas de negociações

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta sexta-feira, 30 de maio de 2026, o Acordo de Genebra pelo Clima, que estabelece a redução de 50% das emissões de gases de efeito estufa até 2040, com base nos níveis de 2005. O pacto, considerado o mais ambicioso desde o Acordo de Paris, foi assinado por 195 países e prevê mecanismos de verificação e sanções para descumpridores. O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou o momento como ‘um divisor de águas para a humanidade’.

O Brasil desempenhou papel central nas negociações, liderando a proposta de um fundo de transição justa para nações em desenvolvimento, no valor de US$ 500 bilhões, financiado por impostos sobre grandes fortunas e transações financeiras globais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o fundo ‘garantirá que nenhum país seja deixado para trás’. Já a União Europeia se comprometeu a antecipar sua neutralidade climática para 2045, enquanto a China prometeu reduzir emissões 30% até 2035.

Entre os pontos polêmicos, a inclusão de metas para o setor de transportes e a criação de um painel científico independente para monitorar o progresso. Ambientalistas celebraram, mas alertam que as metas ainda podem ser insuficientes para limitar o aquecimento global a 1,5°C.

Aviso Importante

O conteúdo publicado é de total responsabilidade do autor do post, não representando necessariamente a opinião da plataforma.

Mundo

Crise Humanitária Global: ONU Alerta para Pior Cenário desde a Segunda Guerra

Conflitos na Ucrânia, Gaza e Sudão elevam número de refugiados a 120 milhões; falta de financiamento agrava situação.

Publicado

de

Por:

ONU emite alerta severo

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, declarou nesta quarta-feira que o mundo enfrenta a pior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial. Em coletiva de imprensa em Genebra, Guterres destacou que os conflitos simultâneos na Ucrânia, na Faixa de Gaza e no Sudão elevaram o número total de refugiados e deslocados internos para mais de 120 milhões de pessoas.

Falta de recursos agrava sofrimento

De acordo com o relatório do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), apenas 20% dos recursos necessários para 2025 foram financiados até o momento. A ONU estima que são necessários US$ 48 bilhões para atender às necessidades básicas de 200 milhões de pessoas em 72 países. A crise no Sudão, em particular, foi descrita como ‘catastrófica’, com 25 milhões de pessoas precisando de assistência urgente.

Apelo por cessar-fogo e doações

Guterres renovou o apelo por um cessar-fogo imediato na Ucrânia e na Faixa de Gaza, além de pedir que a comunidade internacional aumente as contribuições financeiras. ‘Estamos falhando com as pessoas mais vulneráveis do mundo’, afirmou. A ONU também alertou que a mudança climática está exacerbando as crises, com eventos extremos como secas e enchentes forçando milhões a deixarem suas casas.

Aviso Importante

O conteúdo publicado é de total responsabilidade do autor do post, não representando necessariamente a opinião da plataforma.

Explorar

Mundo

Cúpula do Clima em Berlim: Acordo Histórico Exige Redução de 50% nas Emissões até 2030

Líderes de 190 nações assinam pacto vinculante após negociações tensas; metas ambiciosas geram controvérsia entre países em desenvolvimento.

Publicado

de

Por:

Acordo Global para o Clima é Aprovado em Berlim

Em uma cúpula histórica em Berlim, líderes mundiais aprovaram um acordo climático que exige a redução de 50% nas emissões de gases de efeito estufa até 2030, com base nos níveis de 2005. O pacto, vinculante para as 190 nações signatárias, foi celebrado como um passo crucial para combater as mudanças climáticas, mas gerou críticas de países em desenvolvimento sobre os custos de implementação.

Negociações Intensas

As negociações, que duraram duas semanas, foram marcadas por divergências entre nações industrializadas e emergentes. A Alemanha, anfitriã do evento, mediou as discussões, com a chanceler Angela Merkel elogiando o resultado como ‘um compromisso necessário para o futuro do planeta’. Os Estados Unidos, China e Índia apoiaram o acordo após garantias de financiamento para tecnologias verdes.

Reações Mistas

Ambientalistas comemoraram, mas alertaram que as metas podem não ser suficientes para limitar o aquecimento global a 1,5°C. Já representantes de países africanos expressaram preocupação com o impacto econômico, exigindo maior assistência financeira. O acordo também prevê revisões bienais para ajustar as metas.

Aviso Importante

O conteúdo publicado é de total responsabilidade do autor do post, não representando necessariamente a opinião da plataforma.

Explorar

Mundo

Guerra na Ucrânia: Ataque a hospital deixa 14 mortos e ONU condena violação do direito humanitário

Bombardeio contra unidade de saúde em Kherson é o mais recente de uma série de ataques a infraestruturas civis; Secretário-Geral pede investigação independente

Publicado

de

Por:

Ataque a hospital em Kherson

Na madrugada desta quarta-feira, um bombardeio russo atingiu o Hospital Central de Kherson, no sul da Ucrânia, matando 14 pessoas, incluindo dois médicos e uma criança, e ferindo outras 25. O ataque destruiu parte do edifício principal e danificou a ala de emergência, segundo autoridades locais. O governador regional, Yaroslav Yanushevych, classificou o episódio como “crime de guerra” e afirmou que equipes de resgate seguem trabalhando nos escombros.

Reação internacional

A Organização das Nações Unidas (ONU) condenou veementemente o ataque. Em nota, o Secretário-Geral, António Guterres, disse que “alvos civis, especialmente hospitais, são protegidos pelo direito internacional humanitário” e pediu uma investigação independente. A União Europeia, por meio do Alto Representante Josep Borrell, também repudiou a ação e prometeu novas sanções contra a Rússia. Já o Kremlin negou envolvimento, alegando que o exército russo não ataca infraestruturas civis.

Contexto da guerra

Este é o nono ataque a instalações de saúde em Kherson desde que a cidade foi recapturada pela Ucrânia em novembro de 2022. A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou mais de 1.000 ataques a hospitais na Ucrânia desde o início da invasão russa, em fevereiro de 2022. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que a Rússia tenta “semear o terror” e cobrou que a comunidade internacional forneça mais sistemas de defesa antiaérea para proteger a população.

Consequências humanitárias

O ataque agravou a já crítica situação humanitária na região. A ONU estima que cerca de 300 mil pessoas precisam de assistência urgente em Kherson e áreas vizinhas. Médicos Sem Fronteiras (MSF) suspendeu temporariamente suas operações no local após o bombardeio. A Cruz Vermelha Internacional também condenou o ato e reforçou equipes para ajudar feridos. Ataques a hospitais são considerados violações graves das Convenções de Genebra e podem configurar crimes de guerra.

Aviso Importante

O conteúdo publicado é de total responsabilidade do autor do post, não representando necessariamente a opinião da plataforma.

Explorar

Trending